| Novo Edifício do IPO de Lisboa | O Partido Ecologista Os Verdes apresentou, na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação que veio a ser aprovada para que se: pugne pelo reforço da oferta de prestação de cuidados de saúde especializados e diferenciados no seio do Serviço Nacional de Saúde, como no caso dos serviços oncológicos prestados pelo IPO Lisboa; Promovam diligências junto do Ministério da Saúde no sentido do reforço das medidas de captação de recursos humanos para o tratamento e investigação, da requalificação das instalações existentes e do custo dos medicamentos e da inovação terapêutica do IPO de Lisboa; Promovam diligências junto do Governo, em particular dos Ministérios da Saúde e das Finanças, para garantir o financiamento do montante necessário para a construção do novo edifício do IPO de Lisboa. Em Dezembro de 2018, o Presidente do IPO Lisboa chegou a desejar que um “novo edifício do IPO de Lisboa seria um presente nos 100 anos”. No passado dia 29 de Dezembro o IPO de Lisboa celebrou o seu 100º aniversário e três décadas depois de anunciada a construção do novo edifício, este continua por concretizar. Segundo declarações da atual presidente do conselho de administração, encontram-se numa fase de escolha de projeto de arquitetura, sendo que o projeto inicial foi revisto, esperando lançar o concurso para a construção ainda durante o corrente ano. O Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil é uma importante instituição de saúde com um século de experiência no tratamento, estudo e investigação do cancro, recebendo doentes de diversas regiões do país e também dos PALOP.
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Os Verdes defendem instalações para a ACAPO | No passado dia 17 de janeiro a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade uma Recomendação do Partido Ecologista Os Verdes refente à reabilitação da sede da ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal. Em 2004 foi estabelecido com a CML um protocolo em que o município se comprometeu a ceder à associação um equipamento social destinado a Centro de Atividades e Lar. Na mesma data foi também celebrado outro protocolo de cedência de espaço municipal sito no Alto do Lumiar e ainda em 2004 foi celebrada uma adenda ao protocolo com vista à cedência de um espaço municipal na Rua Rodrigues Sampaio. Nenhum dos protocolos foi concretizado e não foi construído qualquer equipamento, nunca tendo a ACAPO chegado a ocupar o terreno ou as lojas cedidas.
As instalações da associação encontram-se em péssimo estado de conservação e esta não tem disponibilidade financeira para realizar as obras necessárias à sua reabilitação. Em 2019 foi assinado um novo protocolo, revogando os anteriores e prevendo a cedência temporária de espaços não habitacionais na Rua Francisco de Lyon Castro até à conclusão das obras de reconstrução do edifício da Rua de São José. Em contacto com a direção da ACAPO, o PEV foi informado que neste momento a associação desenvolve atualmente as suas atividades em instalações dispersas pela cidade, com espaços bastante limitados e alto grau de degradação, com carácter temporário há 20 anos. |
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Melhoria da Escola Básica e Jardim de Infância do Condado (Marvila) | O Partido Ecologista Os Verdes apresentou na Assembleia Municipal de Lisboa uma recomendação, que veio a ser aprovada, para a melhoria das condições e reforço de recursos humanos da Escola Básica e Jardim de Infância do Condado que apresenta um conjunto de problemas, nomeadamente relacionados com o facto de haver poucos auxiliares de ação educativa para vigiar e garantir a segurança e bem-estar das crianças, que têm vários pátios e recantos onde se podem esconder.
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Solo, um pilar fundamental para o desenvolvimento e ordenamento do território | O Partido Ecologista Os Verdes apresentou na AML uma a moção que veio a ser aprovada, sobre o Solo, enquanto pilar fundamental para o desenvolvimento e ordenamento do território. No passado dia 5 de Dezembro assinalou-se o Dia Mundial do Solo. Esta comemoração foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da Resolução n.º 68/232, como forma de alertar para a importância de um solo saudável e de defender uma gestão sustentável dos recursos do solo. Os solos constituem um recurso precioso e um pilar fundamental para o desenvolvimento da vida no Planeta, devido às inúmeras e importantes funções que desempenham a nível ambiental, social e económico. São um recurso não renovável à escala humana, que tem vindo a ser sujeito a várias e crescentes pressões e à sobre-exploração, com a sua consequente degradação por contaminação, impermeabilização ou erosão.
A impermeabilização do solo é um fator que tem vindo a agravar-se nos últimos anos nas cidades, alterando a forma como o cidadão se relaciona com o meio envolvente e até reduzindo as funções naturais do solo e os serviços do ecossistema, sendo que Lisboa é a quarta capital mais impermeabilizada da Europa, com 60% do solo ocupado por edifícios, alcatrão, parques de estacionamento e outras infraestruturas.
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Valorização do Comércio Local e Tradicional | A deputada de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa, Cláudia Madeira, no âmbito do Debate de atualidade pelo "Encerramento de Estabelecimentos Comerciais na Cidade de Lisboa", abordou os problemas e a importância do comércio local e tradicional na dinamização da economia e preservação da identidade local da cidade. "O comércio tem um papel fundamental na cidade, não só pela sua função económica, mas em termos da política urbana no seu todo, porque além de criar empregos, responde a necessidades da população, muitas vezes numa lógica de proximidade.
No entanto, atualmente, o tecido comercial do centro de Lisboa é resultado daquilo que se pode chamar de gentrificação comercial, porque também o comércio acabou por ser afetado pelas transformações urbanas provocadas pelo turismo e pelo aumento incomportável das rendas, que tem levado ao encerramento de muitos estabelecimentos de comércio e serviços. É urgente que a CML, no âmbito das suas atribuições, assuma um papel mais interventivo e apoie e dinamize o comércio local e tradicional, porque Lisboa precisa de uma atividade comercial que sirva os interesses das populações locais e, caso contrário, vai continuar a perder parte da sua identidade. É, por isso, fundamental estudar a carga turística também do ponto de vista do comércio e planear uma cidade para quem cá habita e trabalha. E, por fim, é preciso reavaliar e adequar os critérios do programa “Lojas com História” para que seja mais abrangente e célere e permita, de facto, proteger mais estabelecimentos e, acima de tudo, é fundamental que a lei do arrendamento seja alterada para controlar as rendas. |
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20.ª Aniversário da Biblioteca Orlando Ribeiro | Os Verdes apresentaram uma saudação ao 20ª Aniversário da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro que celebrou 20 anos no dia 18 de Dezembro de 2023. Inaugurada em 2003, foi projetada por Duarte Nuno Simões e construída pela EPUL, situando-se na zona da Quinta de São Vicente, em Telheiras.
Originalmente, aquando da sua criação, o Município pretendia que o fundo documental desta biblioteca (BMOR) fosse especializado em Geografia, História, Antropologia ou Etnografia, viagens em geral, áreas da ciência dedicadas ao estudo dos aspetos físicos e humanos do planeta Terra, em memória do professor Orlando Ribeiro. Para além de monografias e publicações periódicas, os utilizadores podem encontrar nesta Biblioteca o acervo da Fonoteca de Lisboa (anteriormente localizada no antigo Monumental, no Saldanha), que procura satisfazer as necessidades de informação na área da música.
Possuindo uma programação variada, reforçada pela colaboração regular com uma rede de parceiros locais, que privilegia uma forte ligação à comunidade e aos interesses dos seus vários públicos, em particular estudantes, a BMOR promove ainda várias ações de animação cultural e pedagógica direcionadas para públicos-alvo específicos, possuindo espaços distintos para adultos e para o público infantojuvenil. Os leitores podem ainda recorrer ou ao atendimento personalizado dos técnicos com formação na área da biblioteconomia ou explorar o catálogo disponível online.
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Promoção do xadrez nos jardins e parques públicos da cidade | A prática do Xadrez em locais públicos é, desde há décadas, bastante comum em cidades de diversos países, demonstrando o fascínio que esta modalidade exerce sobre as pessoas, independentemente das barreiras linguísticas, de idade, sexo, habilidade física ou classe social. Fomentar esta prática em Lisboa seria proporcionar aos lisboetas de qualquer idade uma nova maneira de conviverem e disfrutarem dos jardins e parques da nossa cidade. O objetivo seria equipar alguns espaços de usufruto público com tabuleiros ‘desenhados’ no chão ou a instalação de mesas de Xadrez, aproveitando-se depois para dinamizar a sua utilização pelos praticantes, através de sessões de formação desta modalidade.
Complementarmente, poderá ser também possível e vantajoso o estabelecimento de parcerias com associações, coletividades locais ou outras entidades na vizinhança de espaços adaptados para jogar Xadrez, disponibilizando-lhes materiais desportivos, como conjuntos de peças, eventualmente relógios para serem requisitados por quem desejar neles praticar. No sentido de promover o xadrez nos jardins e parques públicos da cidade, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes, apresentação na AML uma recomendação para que a Câmara Municipal de Lisboa que: analise e diligencie o estabelecimento de parcerias técnicas tendentes ao reforço da promoção do estudo e da prática do Xadrez, também em locais públicos; inventarie zonas de lazer exterior, como parques, jardins, ou outras áreas similares, poderem ser passíveis de reabilitação, para instalação de equipamentos que permitam praticar esta modalidade; pondere a instalação de mesas de Xadrez, ou a demarcação de tabuleiros no piso, em jardins e parques da cidade preferencialmente próximos de escolas, de modo a também divulgar a prática desta modalidade entre as crianças e os jovens. |
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Pretende alertar o Grupo Municipal de Os Verdes sobre preocupações ambientais, sociais e temáticas ecologistas, contribuindo para o reforço da nossa Ação, na Assembleia Municipal e concelho de Lisboa? E-mail: [email protected] WhatsApp | 914506348
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